4 Songs For Alan McGee

07/11/2012 by

4 Songs For Alan McGee

FREE DOWNLOAD!

Marlindo Soundtrack

03/09/2012 by

Trilha sonora abstrata para acompanhamento de juvenices

Quando bem feita, uma trilha sonora marca de verdade, fica na cabeça e você decora fácil, fácil. Baseado um pouco nisso — e por acharmos que filmes clássicos como “Sem Licença para Dirigir”, “A Vingança dos Nerds” ou “Porkys” seriam aventuras ideais pra uma trilha noise roque — surgiu a ideia de fazer a música da história doMarlindo. Também por sabemos que raramente algum outro meio daria chance a bandas barulhentas como as da Transfusão de participar de alguma trilha sonora (seja de filme, série, novela etc.), fizemos nossa própria trilha sonora abstrata para acompanhamento de juvenices. A compilação possui 18 faixas inéditas, entre sobras de discos, faixas de álbuns que ainda estão sendo gravados e algumas estreias. Todas as bandas estão em atividade.

Além de sonorizar as aventuras perdidas do Marlindo, o disco também funciona como uma afirmação da Transfusão. A HQ gira em torno de um cara com seus 20 e poucos anos e um empreguinho medíocre, que leva a vida chapando as ilusões e desilusões juvenis na companhia dos amigos, por vezes tão perdidos quanto ele (pensar no futuro? arrumar um emprego melhor? fazer faculdade? ou só curtir tudo que ta rolando?).

Marlindo é ilustrada por Fabio Lyra e foi desenvolvida em dupla pelo desenhista e Lê Almeida. Diferentemente do que sempre acontece com trilhas sonoras, a do Marlindo sai antes da história de fato. No disco vem a sinopse, e a HQ vem em breve via zine.

por Transfusão Noise Records

A Tribute to Pixies

12/07/2012 by

thirteen songs inspired by kim, david, francis and joey <- Download

A idéia deste tributo surgiu há mais de um ano, com o objetivo de impulsionar o retorno do Last Splash. Porém, atualmente estamos envolvidos em outros projetos e o blog acabou ficando de lado, então resolvi aproveitar este Tributo ao Pixies para dar início ao Cookie Prize, onde vou postar apenas coletâneas, tributos e mixtapes temáticas. Enquanto isso, o Last Splash permanece em coma, podendo retornar a qualquer momento. Em 2010, gravamos uma entrevista com o Rodrigo Guedes, que será postada assim que tivermos tempo para capturar e editar as imagens. Ah, e já que o Marcelo Colares finalmente lançou o terceiro disco do Cigarettes, acho válido resgatar a entrevista que fizemos com ele em 2009 – assista aqui.

01. Superette – Touch Me
02. Blood on the Wall – Mary Susan
03. Envelopes – Llife on The Beach
04. La Sera – I Can’t Keep You in My Mind
05. Grandaddy – Kim You Bore Me to Death
06. duplodeck – A Good Man is Hard To Find
07. The Babies – Wild 2
08. PENS – Love Rules
09. Big Troubles – Misery
10. KEEL HER – (i hate it) when you look at me
11. Fanzine – Running Around
12. Coloração Desbotada – Extenso Ambiente
13. Yuck – Cousin Corona

The Babies – The Babies

21/08/2011 by

The Babies [2011]  <-Download

O Babies surgiu num apartamento do Brooklyn habitado por Cassie Ramone (Vivian Gils) e Kevin Morby (Woods), que neste projeto paralelo assumem as guitarras e os vocais. Com o baterista Nathanael Stark (Bent Outta Shape) e o baixista Justin Sullivan (parceiro de Cassie desde os tempos do Bossy) completando a formação, o grupo lançou seu primeiro 7″ em 2010 pela Wild Word Records – selo comandado por Ramone e pelas parceiras de sua banda mais famosa. Depois de um single pela californiana Make a Mess e outro pela germano-portuguesa LebensStrasse Records, veio, em fevereiro deste ano, o primeiro álbum cheio. Extremamente radiofônica para os padrões da Shrimper – casa de artistas como Dump, Mountain Goats e Sentridoh -, a produção do debute homônimo ficou a cargo de Jarvis Taveniere (integrante do Woods e do dream team Zodiacs), responsável por trabalhos de Real State e Vivian Girls, além de vários títulos da Captured Tracks.

Enquanto as bandas da dupla fundadora têm expandido lentamente a estética apresentada em seus primeiros registros, o Babies surge como um destes projetos paralelos desencanados e abertos à diferentes idéias – mantendo, porém, a mesma obsessão em enfileirar canções redondas que as VG tinham em seus dois primeiros discos. Primeira faixa do álbum, Run Me Over demonstra todo o entrosamento do quarteto e entrega parte de sua fórmula: alternância entre riffs festeiros, vocais masculinos e femininos. All Things Come To Pass, uma balada desajeitada que merece comparações com Melody Dog, e a quase hardcore Personality representam os extremos desta estréia sem pontos baixos. Fechando o disco em menos de 30 minutos, Caroline, cuja letra se resume a repetir o nome de uma garota por 11 vezes, não deixa dúvidas quanto à extraordinária capacidade de Cassie e Cia. em fazer muito com pouco.

Here Comes Trouble, quarto e mais recente compacto do Babies, saiu em julho pelo selo californiano Teenage Teardrops.

Fanzine – Low (EP)

01/08/2011 by


Low EP [2011] <-Download

Antes mesmo do Yuck lançar seu aclamado álbum de estréia, o Fanzine já era apontado como o novo Yuck. Com quatro faixas açucaradas assumidamente 90’s, Low até poderia render tal projeção ao quarteto londrino, que já em seus primeiros passos tem se mostrado alheio ao hype, deixando o caminho aberto para o History Of Apple Pie. Lançado de forma totalmente independente em junho deste ano, a versão física do EP foi encartada num zine disponível apenas na loja virtual da banda. Como se não bastasse terem optado por um esquema de prensagem e distribuição pouco comerciais, eles parecem fazer questão de omitir a colaboração de dois integrantes do Yuck nas sessões de gravação.

Cientes de que nem toda exposição é bem-vinda, o Fanzine tenta caminhar com as próprias pernas e busca ser reconhecido por suas composições, e não por ser uma aposta “soft grunge”. E já que as músicas são o que interessa, vamos a elas. Low, faixa que batiza este EP de estréia, e I Wanna Touch Your Hand fundem Dinosaur Jr e Teenage Fanclub, enquanto Rocket Fuel e Running Around remetem aos momentos mais pop de Pixies e Built to Spill, numa viagem bem-sucedida a um território onde poucas bandas britânicas se arriscam. Gravadas em 2010 e incluídas como bônus, as demos Susan e Beetle Song confirmam a predileção pelo indie americano, embora haja quem detecte a influência do Blur em ambas. Nota: 7.5